
DIA 29 – QUARTA-FEIRA
SANTA CATARINA DE SENA
VIRGEM E DOUTORA DA IGREJA
(branco, pref. pascal, p. ??, ou dos doutores – ofício da memória)
Esta é uma das virgens sábias e prudentes, que foi ao encontro de Cristo com sua lâmpada acesa, aleluia.
Catarina (Itália, 1347-1380) foi admitida na Ordem Terceira Dominicana, conciliando a vida contemplativa com intensa atividade junto aos doentes e encarcerados. Exerceu importante papel diplomático a favor da unidade da Igreja. Ditou inúmeras cartas, repletas de sabedoria espiritual, que lhe valeram o título de doutora da Igreja. A seu exemplo, esforcemo-nos para manter acesa a luz da paz e do amor na Igreja e no mundo.
Primeira Leitura: Atos 12,24-13,5
Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, 24a palavra do Senhor crescia e se espalhava cada vez mais. 25Barnabé e Saulo, tendo concluído seu ministério, voltaram de Jerusalém, trazendo consigo João, chamado Marcos. 13,1Na Igreja de Antioquia havia profetas e doutores. Eram eles: Barnabé, Simeão, chamado o Negro, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado junto com Herodes, e Saulo. 2Um dia, enquanto celebravam a liturgia em honra do Senhor e jejuavam, o Espírito Santo disse: “Separai para mim Barnabé e Saulo, a fim de fazerem o trabalho para o qual eu os chamei”. 3Então eles jejuaram e rezaram, impuseram as mãos sobre Barnabé e Saulo e deixaram-nos partir. 4Enviados pelo Espírito Santo, Barnabé e Saulo desceram a Selêucia e daí navegaram para Chipre. 5Quando chegaram a Salamina, começaram a anunciar a Palavra de Deus nas sinagogas dos judeus. Eles tinham João como ajudante. – Palavra do Senhor.
Salmo Responsorial: 66(67)
Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, / que todas as nações vos glorifiquem.
1. Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção, / e sua face resplandeça sobre nós! / Que na terra se conheça o seu caminho / e a sua salvação por entre os povos. – R.
2. Exulte de alegria a terra inteira, / pois julgais o universo com justiça; / os povos governais com retidão / e guiais, em toda a terra, as nações. – R.
3. Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, / que todas as nações vos glorifiquem! / Que o Senhor e nosso Deus nos abençoe, / e o respeitem os confins de toda a terra! – R.
Evangelho: João 12,44-50
Aleluia, aleluia, aleluia.
Eu sou a luz do mundo; / aquele que me segue / não caminha entre as trevas, / mas terá a luz da vida (Jo 8,12). – R.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, 44Jesus exclamou em alta voz: “Quem crê em mim não é em mim que crê, mas naquele que me enviou. 45Quem me vê, vê aquele que me enviou. 46Eu vim ao mundo como luz, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. 47Se alguém ouvir as minhas palavras e não as observar, eu não o julgo, porque eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo. 48Quem me rejeita e não aceita as minhas palavras já tem o seu juiz: a palavra que eu falei o julgará no último dia. 49Porque eu não falei por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, ele é quem me ordenou o que eu devia dizer e falar. 50E eu sei que o seu mandamento é vida eterna. Portanto, o que eu digo, eu o digo conforme o Pai me falou”. – Palavra da salvação.
As palavras dos Papas
Jesus promete dar a todos «alívio», mas sob uma condição: «Tomai sobre vós o Meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração». O que é este «jugo», que em vez de pesar alivia, e em vez de esmagar conforta? O «jugo» de Cristo é a lei do amor, é o seu mandamento, que Ele deixou aos seus discípulos (cf. Jo 13, 34; 15, 12). O verdadeiro remédio para as feridas da humanidade, quer materiais, como a fome e as injustiças, quer psicológicas e morais causadas por um falso bem-estar, é uma regra de vida baseada no amor fraterno, que tem a sua fonte no amor de Deus. Por isso é preciso abandonar o caminho da arrogância, da violência utilizada para obter posições de poder sempre maiores, para garantir o sucesso a qualquer preço. Também em relação ao meio ambiente é preciso renunciar ao estilo agressivo que dominou nos últimos séculos e adoptar uma «humildade» razoável. Mas sobretudo nas relações humanas, interpessoais, sociais, a regra do respeito e da não-violência, ou seja a força da verdade contra qualquer abuso, pode garantir um futuro digno do homem. (Papa Bento XVI, Angelus de 3 de julho de 2011)
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